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desligando a máquina de refrigerante
  •  10/03/2015
  •   Educação Corporativa

Desligando a máquina de refrigerante.



Desligando a máquina de refrigerante: O desafio do novo gestor de treinamento

Elas passaram a invadir nosso cotidiano, principalmente em locais como aeroportos, shopping centers, centros empresariais e grandes condomínios comerciais.

As máquinas de refrigerante, que também vendem lanches, chocolates e outras guloseimas, costumam salvar a pele – na verdade o estômago – de quem está precisando de algo que satisfaça rápido a demanda por calorias.

Mas o que isso tem a ver com você que lidera a função de treinamento?

Durante anos a fio, o paradigma da metodologia de planejamento de treinamento empresarial se baseou num processo chamado de “Levantamento de Necessidades de Treinamento” que originava o ‘Catálogo de Treinamento” e o famigerado “Calendário de Treinamento”.

Este modelo foi, durante décadas, suficiente para tratar as demandas de indústrias que possuíam processos estáveis, produtos que não mudavam muito, estruturas que funcionaram durante o tempo em que a economia era mais fechada e os consumidores menos ávidos por novidades.

A lógica da máquina de refrigerante

A grande herança destes tempos, que vemos hoje ainda nas áreas de treinamento, é o modelo de atuação que segue a lógica da máquina de refrigerante.

Qualquer líder a qualquer momento, solicita um treinamento qualquer – afinal é só colocar o dinheiro (orçamento).

A máquina (no caso a equipe de T&D) não pergunta, não sugere, apenas entrega o que foi solicitado da forma mais rápida e direta possível.

Afinal, é pra isso que as máquinas de refrigerante servem.

Não perguntam, não questionam, não sugerem.

São cobradas pela eficiência em entregar aquilo que foi escolhido, no menor tempo possível.

Algumas iniciativas no entanto, tem mudado esta perspectiva radicalmente.

Hoje, as áreas de T&D desejam tornar-se departamentos de Educação Corporativa, Universidades Corporativas, vale até continuar com o mesmo nome – desde que a atuação passe a ser considerada “mais estratégica”.

Mas afinal o que desejam ser?

É o fim da máquina de refrigerantes? O que diferencia uma área de treinamento de uma Universidade Corporativa?

Estou perguntando na prática, não vale o slide que está na pagina 24 do livro da Jeanne Meister

O que na prática significa ser estratégico em termos de aprendizagem corporativa?

O que difere a Universidade Corporativa da máquina de refrigerantes?

Durante os próximos posts, vou detalhar mais sobre isso, mas gostaria de aprender um pouco com VOCÊ!

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Escrito por: edubrix

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